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domingo, 25 de outubro de 2015

A aristocracia insatisfeita quer ainda mais
 -TTIP-TPP-
         
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por Eric Zuesse 

Tradução de Margarida Ferreira, com pequenas adaptações →→→→                            

Uma nova análise do tratado "comercial" TTIP (Acordo de Parceria Transatlântica para Comércio e Investimento), proposto por Obama, que os EUA fariam com a Europa, conclui que ele foi iniciado e modelado por grandes empresas internacionais, que, ainda de acordo com a única análise econômica independente já feita até agora do TTIP, serão as únicas beneficiárias do Tratado proposto – tudo à custa do público de cada um dos países participantes.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Finalmente Apresentado para Posterior Assinatura o mais Criminoso Tratado da História



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Tradução mberublue              


A partir de 05 de outubro de 2015, um acordo super secreto entre 12 nações chamado TPP (Trans-Pacific Partnership) estará delineado em sua forma para ser assinado por 12 nações, sendo que os termos deste acordo internacional massivo deverão permanecer secretos até que (em data que ainda não se sabe – NT) esteja em vigor por pelo menos quatro anos, e nesta altura os termos do acordo poderão ser revelados (mas não necessariamente serão). Este acordo será na realidade uma nova forma muito abrangente de governança internacional que foi negociado por anos por corporações internacionais, e que agora será assinado com um ”X” por políticos corruptos por sua conta e risco.
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domingo, 9 de agosto de 2015

Devagar, os Estados Unidos destroem a Europa.


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por Eric Zuesse
tradução mberublue


(09 de agosto de 2015)



Na Líbia, Síria, Ucrânia e outros países da periferia ou bordas europeias, O presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, continua com sua política de desestabilização, bombardeios e outros tipos de assistência militar que faz com que milhões de refugiados sejam violentamente expulsos desses países periféricos da Europa, com a consequência natural de que se dirigem para ao continente europeu, adicionando combustível ao incêndio já deflagrado pela rejeição ferrenha oposta pela extrema direita europeia para com a imigração. Isso traz a desestabilização como resultado dessa política para o seio da própria Europa e não apenas em sua periferia, como até ao seu interior profundo, atingindo mesmo o norte europeu.

Shamus Cooke, repórter do Guardian, afirma em manchete de 03 de agosto de 2015: “A ‘zona livre’ de Obama pretende transformar a Síria em uma nova Líbia” e conta que Obama aprovou apoio aéreo para o plano improvável e impraticável da Turquia de criar uma zona de exclusão aérea sobre a Síria. Dessa forma, os Estados Unidos querem destruir os planos do Presidente Sírio Bashar Al Assad, que mira principalmente os grupos extremistas islâmicos, incluindo o ISIS, que tomaram o controle sobre grande parte do território Sírio:

Relata Cooke:

 “Desde o início da Guerra da Síria que a Turquia quer impor a Obama uma zona de exclusão aérea. Durante todo o transcorrer do conflito isso foi discutido e mesmo em meses recentes, embora o que se pretenda mesmo seja atingir o governo sírio. De repente, a zona de exclusão aérea torna-se possível – e exatamente da forma que a Turquia sempre quis – apenas terá o nome de ‘zona de exclusão aérea anti ISIL’ em vez de tomar o nome que deveria: ‘Zona de Exclusão Aérea anti Curdos e anti Governo Sírio’”.

No ultimo dia 27 de julho o jornal The New York Times publicou relato que afirmava: “os planos são de que os relativamente moderados insurgentes conquistem território com a ajuda norte americana e talvez com apoio aéreo turco.” No entanto, o Times, comunicando, como sempre, de maneira estenográfica, e usando fontes de e para o governo dos Estados Unidos (no seu eterno papel de propagandista para o governo dos EUA), falha miseravelmente em definir o que seria afinal, “relativamente moderados”. Ocorre que todos os “grupos insurgentes relativamente moderados” na Síria cooperam com o ISIL, ajudando-o a encontrar, decapitar e esconder sequestrados, todos não muçulmanos. Sob o regime de Assad, a Síria sempre foi um estado não clerical, com liberdade religiosa, mas toda a oposição síria contra Assad é alheia a tais conceitos. Atualmente os Estados Unidos são, cada vez mais claramente, anti Assad e pró Islamistas.

Seymour Hersh relata no The London Review of Books em 17 de abril de 2014 que o verdadeiro motivo por trás do ataque da administração Obama, na campanha de bombardeio contra a Líbia em 2011 era se apossar de gás sarin que seria depois transportado e oferecido à frente Al Nusra na Síria, na intenção de produzir um ataque de armas químicas contra civis, que posteriormente seria lançado às costas de Assad. Isto, por sua vez, seria a desculpa que permitiria a Obama lançar-se ao ataque contra a Síria como já havia feito na Líbia. Ambos os ditadores, Gaddafi e Assad, eram aliados da Rússia, e Assad, em particular, é muito importante para a Rússia, com o país servindo como rota de trânsito dos suprimentos de gás russo, e não do gás do Qatar – o Qatar tem o potencial de ameaçar a Rússia como o maior fornecedor de gás para a Europa.

O principal objetivo de Obama nas suas relações internacionais e políticas militares sempre foi derrotar a Rússia através de uma mudança de regime que traga a Rússia para a zona de influência do Império americano, apenas uma lembrança distante daquele país que hoje resiste ao controle de Washington.
A Líbia ia muito bem, obrigado, próspera e em paz, antes dos bombardeios promovidos pelos norte americanos. O PIB per capita, de acordo com FMI, era de US $ 12.357,80, o qual desabou para apenas US $ 5.839,70 em 2011 – justamente o ano em que os Estados Unidos bombardearam e destruíram o país. (Na ocasião, Hillary Clinton, disse a frase já tristemente famosa pela arrogância e insensibilidade, ao jactar-se: “nós viemos, nós vimos, ele morreu!”) Bem diferente da Arábia Saudita, aliada dos Estados Unidos, na Líbia a riqueza gerada pelo petróleo era bem distribuída, para a educação, para a saúde e até mesmo em ajuda aos mais pobres. Atualmente, em 15 de fevereiro de 2015 a repórter Leila Fadel, da NPR (Rede de Notícias semi estatal dos EUA – NT) fornecia a manchete “Com seus campos de petróleo sob ataque, o futuro da Líbia parece sombrio.” Relatou ela: os encarregados pela produção de petróleo na Líbia olham para a produção atual e reconhecem que o futuro é desastroso. “Nós não estamos produzindo, já perdemos cerca de 80% de nossa produção”, disse Mustapha Sanallah, executivo da Corporação Nacional de Petróleo da Líbia (Libya’s National Oil Corporation no original - NT). Por instruções dos Estados Unidos o FMI deixou de disponibilizar de forma confiável os índices do PIB líbio depois de 2011, e em vez disso tenta demonstrar que os coisas voltaram imediatamente ao normal (ou até mesmo melhor,  com um PIB per capita de US $ 13.580,55) em 2012, que até o mundo mineral (parodiando Mino Carta – NT) sabe que é falso. Mesmo a NPR relata a falsidade escrachada desses números. A CIA, por sua vez, estima que o PIB per Capita líbio foi de US $ 23.900,00 em 2012, o que é ridículo (afirmam que não há números para anos anteriores a 2012) e dizem mais: que o PIB per capita da Líbia teria diminuído de maneira imperceptível até 2015. Nenhuma dessas estimativas é minimamente confiável, mesmo levando em consideração o esforço do Conselho do Atlântico, que se esfalfou em parecer honesto em seu relatório sobre a economia da Líbia em 2014: “A Líbia enfrenta um colapso econômico em 2014” (no original: Libya: Facing Economic Collapse in 2014 – NT).

Com tudo isso, a Líbia veio a se tornar um pesadelo para a Europa. Milhões de seus cidadãos, em desespero, estão abandonando o país em caos. Parte deles está fugindo através do Mediterrâneo e acabam em campos de refugiados no sul da Itália; outra parte para qualquer lugar da Europa que consigam atingir.

Hoje, a Síria é mais uma nação que está sendo destruída em sacrifício no altar da conquista da Rússia. Até mesmo o jornal The New Yorque Times, do qual sempre se pode confiar que será inevitavelmente propagandístico está reconhecendo em seus relatórios noticiosos que “tantos os turcos como os insurgentes sírios tem como prioridade a derrota e a derrubada do presidente sírio Bashar al Assad”. Dessa forma, os bombardeios dos Estados Unidos na Síria para supostamente criar uma zona de exclusão aérea têm como objetivo mais uma vez derrubar Assad, aliado da Rússia, colocando no lugar de seu governo secular um governo islâmico. Para tanto, o Estado Islâmico serve apenas como fachada e desculpa, visto que as agências de Relações Públicas se preocupam em mostrar todo santo dia que o inimigo “da hora” é o Estado Islâmico e não Bashar ou a Rússia, mas a situação não é vista dessa forma pela aristocracia dos Estados Unidos, cujo objetivo primordial é ampliar o império norte americano, que em última análise é seu próprio império.

O governo neutralista de Victor Yanukovich na Ucrânia foi também derrubado por Obama em fevereiro de 2014, mas desta vez, a desculpa foi a promoção da “democracia” e as manifestações “democráticas” tão falsas como a “oposição ao terrorismo islâmico” ou seja lá que frases feitas entre as utilizadas pelo governo dos Estados Unidos para enganar os trouxas quanto à instalação pelos EUA, de governos nazistas ou fascistas furiosamente anti Rússia, no lugar do governo pró Rússia que governava a Ucrânia. Da mesma forma que a Líbia estava em paz antes da invasão e destruição promovidas pelos EUA, assim como a Síria estava também em paz antes que os turcos e norte americanos a invadissem e destruíssem, também a Ucrânia estava em paz antes do golpe pensado, financiado e levado a efeito pelos Estados Unidos, que instalaram nazistas no poder, os quais tentam agora uma campanha de limpeza étnica que está destruindo a Ucrânia.

Da mesma forma que a Líbia antes da derrota de Gaddafi, ou a Síria, onde se encontra em curso uma tentativa de derrubar Assad, ou mais recentemente os acontecimentos que se desenrolam na Ucrânia com a queda do governo democraticamente eleito de Yanukovich, tudo é dirigo ao objetivo de derrotar a Rússia.

Obama e outros conservadores norte americanos (claramente imperialistas) instalados em Washington DC pouco se importam com o fato de que a Europa está sendo afetada com a devastação imposta pelos Estados Unidos. Mas, caso se importem com alguma coisa, talvez essa outra coisa seja um subproduto bem atraente dessa operação toda: ao enfraquecer as nações europeias e não apenas aquelas do Oriente Médio as guerras de Obama contra a Rússia contribui fortemente para que os EUA sejam o “último homem em pé” no final do caos e da destruição causados pelos Estados Unidos.

Por consequência, o fato de que as sanções econômicas contra a Rússia estão afetando negativamente a economia das nações europeias, por exemplo, para a estratégia internacional dos Estados Unidos não é ruim. É bom.

Há duas maneiras de vencer qualquer jogo: uma delas é melhorando a própria performance. A outra é enfraquecer deliberadamente todos os demais concorrentes. Atualmente, os Estados Unidos parecem apostar quase todas as suas fichas no segundo tipo de estratégia.

Eric Zuesse É um historiador investigativo, escritor, articulista e antropologista cultural, com artigos publicados em inúmeros periódicos. 



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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015



Por Eric Zuesse
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu


Dia 27/1/2015, o ministro de Defesa da Ucrânia divulgou que “militantes continuam a sofrer perdas” e noticiou que quatro helicópteros e outras armas dos “militantes” teriam sido destruídos em combate, mas não ofereceu qualquer prova de que dizia.

Apenas dois dias antes, o jornal Kiev Post (que também milita a favor de Kiev) publicara notícia diferente:

Ucrânia está escondendo pesadas perdas, enquanto avançam os combatentes apoiados pela Rússia  e que o segredo mais mal guardado da Ucrânia: o exército ucraniano está divulgando números artificialmente reduzidos de baixas.

 Depois de detalhar o que parece ser acintosa desatenção pelo governo de Kiev, pelo bem-estar dos soldados que envia aos combates (inclusive ao instalar soldados feridos em hospitais civis comuns, não preparados para tratar vários tipos de seus ferimentos), a matéria fecha com um médico que diz:

Tudo está mal em todas as frentes. Sim os soldados ainda permanecem em suas posições dispostos a lutar. Mas não chega até eles nenhum tipo de apoio ou ajuda.

A agência ucraniana de notícias RIAN noticiou com destaque, dia 26/1/2015:

Mobilização em Dnipropetrovsk [governada pelo amigo da Casa Branca e bilionário ucraniano-suíço-israelense Ihor Kolomoysky, cujo exército pessoal de mercenário tinha, só ele, mais de 5 mil homens armados], fracassa, com milhares de homens fugindo do alistamento. Funcionários encarregados de alistar novos soldados reconhecem que será muito difícil levar adiante sua tarefa.

Mais de 2.000 pessoas já alistadas não se apresentaram para o serviço: simplesmente evaporaram.

Consequentemente, o governo está “caçando”, “emboscando” (como diz o jornal), virtualmente todos que buscam qualquer ajuda do governo, “mobilizando desempregados” e outros “desesperados”. “Oficiais militares encarregados do alistamento reclamam” que alguns alistados estão tão doentes que não têm absolutamente nenhuma condição de combater.

Também dia 26/1/2015, o blog Fort Russ publicou que:

Comandante de Azov se descontrola e declara a guerra “perdida”. Culpa todo mundo e diz que políticos e generais ucranianos já perderam a guerra e que o ocidente não ajudou.

Eis o cerne da declaração do comandante do Batalhão de Azov [batalhão de “punição”, quer dizer, criado para castigar os residentes que se opõem ao governo na região], e atualmente também Deputado ao Parlamento, Andrey Biletsky, em seu “Discurso à Nação”.


Segundo Biletsky, depois da ficção de “milhares de inimigos falsamente mortos e tanques falsamente queimados, o despertar pode ser muito doloroso”, por causa da decepção provocada pelas incontáveis mentiras do governo de Kiev. [1]

A agência RIAN noticiou em manchete, dia 27/1/2015, “Situação no front e manifestações contra o alistamento obrigatório” [orig. “The Situation at the Front and Riots Against the Mobilization”] e Andrew Vajra, do site de notícias “Alternative”, citou Biletsky: “Não estávamos preparados para o confronto atual”.

Ao mesmo tempo, os soldados ucranianos não dão sinal de disposição para arriscar a própria vida para fazer valer o atual governo ucraniano [“governo de Kiev”, como diz o presidente Putin, mais corretamente] (posto lá pelo golpe de Estado orquestrado por Obama em fevereiro de 2014), e impô-lo contra a população da região do Donbass, 90% da qual votou pelo fim do governo do homem de Obama. Os moradores da região que ainda permanecem ali não têm nenhum interesse em permitir que o governo “de Obama” os mate até o último homem ou mulher. Implica dizer que a motivação entre os habitantes do Donbass que o governo de Kiev-Obama está tentando matar é muito mais forte do que a motivação de soldados regulares, do que resta do exército ucraniano, para matá-los.

Os únicos homens armados realmente ansiosos para matar ucranianos são ucranianos nazistas apoiadores de dois partidos nazistas (ou fascistas-racistas): o Partido “Liberdade” (que foi rebatizado pela CIA, que entendeu que o nome anterior “Partido Nacional-socialista”, como o partido de Hitler, não era adequado para os novos tempos) e o Partido “Setor Direita” (Pravy Sektor).
 

Esses partidos obtiveram parcela mínima de votos na Ucrânia – o que não impediu a gangue de Obama de implantá-los no poder. Uma vez instalados no poder, fizeram aprovar leis para mantê-los para sempre no governo.

Mas o problema do governo da Ucrânia é que não há por lá nazistas em número suficiente para defender o governo; e, também, que não há dinheiro suficiente para alugar número suficiente de matadores para matar ucranianos em quantidades suficientes que possibilite que o regime Obama-Ucraniano consiga (I) fazer a limpeza étnica das terras do Donbass e (II) manter-se naquelas terras como governo.

Os 90% dos eleitores que votaram a favor do homem que Obama derrubou do governo (Viktor Yanukovych) são muito mais numerosos e mais motivados – e estão presentes em maioria equivalente também entre os soldados ucranianos.

Os oligarcas dos EUA e da Ucrânia não estão conseguindo garantir dinheiro suficiente para terminar o serviço, mas o grande “financista” de Obama, George Soros, anda em vilegiatura pelo planeta tentando convencer contribuintes em todo o ocidente a garantir o dinheiro que falta – falando em coisa entre 20 e 50 bilhões de dólares. Seus pedidos, até o momento, parecem estar caindo em ouvidos moucos.

E essa é a real razão pela qual está fracassando a guerra de Obama na Ucrânia: ninguém dá mostras de interesse em manter ativada suficiente sanha assassina, nem a Ucrânia nem o “ocidente”.

Não há nazistas em número suficiente em lugar algum. Obama deu passo muito maior que suas capacidades e competências quando, em fevereiro de 2014, derrubou o presidente eleito Viktor Yanukovych.


Agora, das duas, uma; e Obama já está, cada dia mais, obrigado a escolher: ou desiste do governo anti-Rússia que impôs aos ucranianos, ou desiste, de vez, de controlar o território do Donbass.

Nos dois casos, o resultado cobrirá de embaraços a “potência indispensável” e o próprio presidente Obama. Será talvez menos embaraçoso para Obama do que foi o fim da Guerra do Iraque, para Bush. (Claro, os republicanos poderiam viver momentos de glória proclamando que “Obama perdeu a Ucrânia”, embora tudo tenha começado quando Obama tomou ilegalmente a Ucrânia — mas Republicanos jamais criticam presidente por invadir ilegalmente outros países: é precisamente os que Republicanos esperam de Republicanos).  

Por outro lado, pode acabar sendo ainda mais embaraços que isso, para Obama, caso ele insista em ficar onde está e acabe envolvendo os EUA numa guerra nuclear contra a Rússia.

Quanto ao próprio governo ucraniano, foram postos no poder por Obama, em golpe de estado; em seguida esse mesmo governo ucraniano pôs-se a promover ações de limpeza “eleitoral”, separando os residentes no Donbass, de seus representantes eleitos; por isso, os atuais membros do Parlamento e da administração ucraniana não podem culpar nem Obama nem o próprio governo ucraniano. À falta de alguém para culpar, estão culpando... Vladimir Putin e a Rússia – país que Obama (como George Soros e muitos outros aristocratas norte-americanos) odeia(m). E país odiado também pelo pessoal que Obama presenteou com o governo na Ucrânia.

Por tudo isso, na 4ª-feira, 28/1/2015, a agência noticiosa RIAN distribuída o Texto Integral da Petição para que a Rússia seja Reconhecida como País Agressor, e noticiava:

O Parlamento Ucraniano tornou público o texto integral da Resolução n. 1.854, pela qual o país apela à ONU, ao Parlamento Europeu, à Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, à Assembleia Parlamentar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), à Assembleia Parlamentar da Organização de Segurança de Cooperação da Europa (OSCE), à Assembleia Parlamentar de Geórgia, Ucrânia, Azerbaijão, Moldávia (GUAM), e aos parlamentos nacionais dos países do mundo, para que reconheçam a Federação Russa como estado agressor.

Além do mais, o jornal German Economic News noticiou que a iniciativa do Parlamento fora aprovada pro “271 dos 289 deputados presentes”, e que pode gerar “consequências legais internacionais”. A matéria do GEN também dizia que líderes ucranianos dizem que “precisam obter urgentemente” novos empréstimos da União Europeia porque, se não houver dinheiro “novo”, os empréstimos existentes deixarão de ser pagos.


Os comentários na página de comentários de leitores no website de GEN parecem tender muito mais a ver o governo da Ucrânia como governo nazista, do que como “vítima” da Rússia ou de qualquer outro país, muito menos como vítima dos contribuintes europeus, os quais já deram muito ao governo ucraniano e serão precisamente os menos a sofrer o “calote” da dívidas da Ucrânia, caso a Ucrânia vá à bancarrota, como muitos esperam que aconteça em breve. Em outras palavras: parece haver bem pouco apoio na Alemanha, à ideia de pôr ainda mais dinheiro na Ucrânia.

Se os líderes da União Europeia decidirem atender aos pedidos desesperados do governo da Ucrânia, a União Europeia passará a contar com ainda menos apoio na Alemanha, do que conta hoje. Portanto, o mais provável é que a União Europeia rejeite o pedido de Kiev/Soros/Obama/nazistas [feito em nome de uma “Ucrânia” que já nem existe (NTs)], o que faz aumentar cada dia mais a ameaça que já pesa sobre a própria existência da União Europeia.

Além do quê, obviamente, a menos que a Kiev consiga os tais novos “empréstimos ocidentais” para manter sua guerra contra os habitantes do Donbass, jamais conseguirá vencer a tal guerra. É a maldição que pesa sobre o governo de Kiev.

Nota dos Tradutores
[1] Todas essas mentiras foram e são diariamente reproduzidas pela imprensa-empresa brasileira, aplicadas estações repetidoras das mentiras distribuídas pelas agências norte-americanas e europeias de notícias propaganda (por exemplo: em O Globo e na Folha de S.Paulo). Não por acaso, o Portal de Angola já noticiava desde dezembro/2014 as pesadas baixas do “governo de Kiev” [como diz o presidente Putin]. 
Postado por Roberto Pires Silveira.
Obrigado a Redecastorphoto e ao Coletivo de Tradutores da Vila Vudu


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